Hoje a fome foi de Lamen e, para sair do lugar comum, procuramos um lamenya diferente. Comida japa é igual a qualquer comida: a receita é a mesma, os ingredientes teoricamente são os mesmos mas o resultado final varia de casa em casa dependendo da mão do cozinheiro.
O ambiente é bem japa, com aquela recepção “Irashaimacê” de todos os funcionários. O layout do lugar busca algo ocidentalizado com um quê do país do sol nascente. O mais importante é que o local é limpinho e, apesar da “cozinha” ser um balcão que fica no próprio salão onde as mesas estão, o lugar não tem aquela marofa de fritura.

shoyu lamen
O cardápio não é muito extenso facilitando a escolha – eu sempre me perco em cardápios grandes pois quero comer tudo! – focado no que a casa tem de melhor para oferecer: lamen. Escolhemos um Shoyu Lamen default, um Shoyu Tyashu e uma porção de gyoza para ir acalmando a fome.
O Shoyu Lamen veio direitinho, com o macarrão al-dente – lamen com macarrão molenga é miojo… horrível – e bem temperado. O Tyashu também veio no ponto, com a carne de porco derretendo na boca… E o Gyosa? Bem, anotaram o pedido mas esqueceram de fazer, chegando só no final. Por sorte o gyosa estava bom, é daquele feito no bafo + passada rápida na chapa.
Lugar aconchegante para comer rapidamente – desde que não esqueçam de anotar seu pedido direito – sem se preocupar com frescuras.
Prós
- O Lamen é bem feito e bem saboroso, como se propõe a casa.
- O lugar é limpo e os preços são justos.
- Tem Original em garrafa de 600ml!
Contras
- O atendimento parecia meio perdido e a moça do caixa era mais carrancuda que um samurai.
- Tudo bem focar em lamen, mas poderiam ter mais opções de entradas.
Com quem ir
Família ou amigos, o objetivo é comer.
Dicas
- O gyoza é gostoso, não é daqueles fritos que esses rodízios costumam oferecer. Vale a penas ainda mais pelo preço.
Curiosidade
Os donos do lugar são os mesmos da Yamato (uma das maiores importadoras de produtos japoneses do Brasil) e a maioria dos ingredientes são importados. Até os cozinheiros, que são japoneses-do-Japão. Acho que isso deve credenciá-los a pelo menos fazer um lamen bom hehehe
Preços (12/10/08) – na casa dos R$30,00
Shoyu Lamen: R$17,00 (prato individual de lamen a base de molho de shoyu, sal e sake)
Shoyu Tyashu R$ 21,00 (prato individual de lamen a base de molho de shoyu, sal e sake com carne de porco cozida)
Gyoza: R$10,00 (porção de 6 unidades na chapa, não frita)
Endereço
São Paulo, Liberdade, R. Thomaz Gonzaga n51 (Tel: 3277-4286)

Oi Victor, obrigada pela visita.
Não conhecia o seu blog, Adorei!!!
Vou vir sempre.
abs
Eu não conhecia esse restaurante, estava pesquisando lugares para comer lamen e acabei aqui.
Acho que a proposta é bem japonesa mesmo, nas lameyas do Japão não tem praticamente nada além de lamen, muitas vezes é só um enorme balcão em volta do lameiro e ele nunca sorri…
Só sinto falta de curry lamen.
É né, os lamenyas do nihon são meio melancólicos às vezes… Lembro que fui em um mais estruturado e o lamen vinha num tchawanzão/domburizão do tamanho de uma bacia de lavar roupa. Daora.
não lembro se no Kazu tinha missô lamen…
Missô Lamen tem sim… Eu gostei… Agora, curry lamen não vi não… Onde eu comia curry lamen era no Carê House… VOLTA CARÊ HOUSE!!!
http://vaiquevai.com.br/2009/05/campanha-volta-curry-house-alguem-sabe-do-paradeiro-da-mae-care/
R$ 25,00 muito bem gastos. Escolhi o MIssô Ramem porção grande. Caldo quentinho até o final, e macarrão sensacional.
Posso dizer que não sentia esse gosto faz quase 10 anos, desde a época em que trabalhei no Japão. Gosto bem parecido.
Parabéns Lamem Kazu e a cozinha tradicional Japonesa.
O restaurante é excelente e o ramen, muito bom.
A mulher do caixa é bem carrancuda mesmo.
UM CONSELHO.
Se não pudermos ser cristãos pelas dificuldades causadas pelos nossos defeitos, que são inerentes a nós seres humanos, neste caso temos uma saída muito simples, basta sermos pelo menos japoneses. Este povo oriental tem uma cultura fabulosa, cultura esta baseada em respeito aos mais velhos e uma maneira extraordinária de cultuar os seus antepassados. Costuma-se dizer, japonês e mais inteligente, isso não é verdade, em matéria de inteligência, este povo oriental tem exatamente o que nós temos, o mesmo cérebro com os mesmos predicados, a diferença esta na honestidade, trabalho e persistência, estas três palavras finais é o alicerce fundamental desta cultura.
Eles perderam a guerra armada, mas, venceram as guerras industriais e comerciais, que é muito mais importante, guerra esta vencida não com armas, mas sim com esmero na educação, muito trabalho e uma invejável persistência.
Esta crônica foi extraída do livro, Crônicas, Indagações e Teorias, autor Paulo Luiz Mendonça. Editora Scortecci.
QUAL É O SEU GRUPO.
Há dois grupos de seres humanos. Os membros do primeiro grupo são aqueles que usam o potencial maravilhoso do seu cérebro, potencial este que é inerente a todos os humanos. Estes usam este potencial com criatividade, persistência e Perspicácia, conseguindo com isso, um invejável progresso e uma vida perfeitamente equilibrada. Os membros do segundo grupo são mais tranqüilos, desprezam preguiçosamente o potencial maravilhoso do seu cérebro, são essencialmente acomodados. Estes quando se encontram em dificuldades tanto financeira como com problema de saúde, se dirigem fervorosamente cheios de fé, as entidades supremas em busca de um milagre. Eles não descobriram ainda que milagres são como prêmios de loteria, somente alguns poucos são privilegiados. Também não descobriram ainda que o principal milagre, Deus já o fez, que é ter dado a nós uma privilegiada inteligência.
Paulo Luiz Mendonça. Autor do livro Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci.
http://pauloluizmendonca.judblog.com
QUAL A NOSSA POSIÇÃO.
Os seres humanos que usam sua inteligência e criatividade sabem perfeitamente delinear seu próprio destino, baseando no bom senso e na razão. Os demais seguem fanaticamente os ditames da multidão.
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Paulo Luiz Mendonça, Autor do livro, Crônicas, indagações e teorias. Editora Scortecci.
O poder do livro.
Pensamentos bons e construtivos, quando não proferidos são inúteis eventos. Pensamentos bons e construtivos transformados em palavras são úteis alentos. Pensamentos bons e construtivos transformados em escrita são benefícios gloriosos que as paginas de um livro nos dita.
Paulo Luiz Mendonça.
POBRE ANIVERSARIANTE.
Um dia, um homem se encontrava na noite de natal, em uma pequena cidade, quando viu uma casa ricamente enfeitada, toda iluminada, observando esta bela casa pela janela, ele viu que havia uma grande árvore muito bonita, toda enfeitada com milhares de lâmpadas; a árvore tinha em sua base muitos pacotes de presentes, em torno da mesma, muitas pessoas bebiam e comiam ao som de alegres músicas, todos estavam muito alegres e felizes. Do lado de fora desta mesma casa, havia um garoto sentado no primeiro degrau da escada que havia em frente à casa, pelo seus trajes se via que era muito pobre. O homem se aproxima do garoto, notou que ele estava muito triste, seu semblante era de alguém que fora abandonado, o homem se aproxima, senta-se a seu lado, pega em sua mão e diz.
—Como está, filho? Você parece estar muito triste.
—Sim estou muito triste! Porque toda essa tristeza? Tudo hoje é alegria, é dia de natal, hoje se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Nesta data, todos nós devemos estar alegres, outra coisa todos estão festejando, porque não foi também em alguma festa.
—Bem que gostaria, mas não fui convidado por ninguém.
—Menino, diga-me seu nome e te apresentarei ao dono desta casa, eu o conheço e você poderá participar desta bonita festa.
–Não adianta dizer meu nome,
–Porque não adianta dizer seu nome?
–Porque todas as pessoas desta casa me conhecem a longo tempo e muito bem, sabem também que faço aniversario hoje, não só elas, mas todos desta cidade, todos deste estado, todos deste país e muitas outras pessoas deste planeta, até o senhor me conhece, o homem pensativo abaixa a cabeça, muito envergonhado, diz
—Sim garoto! Acho que você tem razão não adianta mesmo dizer seu nome!
Esta crônica foi extraída do livro, Crônicas, indagações e teorias. Autor Paulo Luiz Mendonça. Editora Scortecci.
http://pauloluizmendonca.judblog.com
NOITE DE NATAL
Natal é noite feliz
É o que todo mundo diz
Nesta comemoração.
Nem todos têm alegria
Em alguns a tristeza estaria
Ferindo seu coração.
Quem tem amigos distantes
Ou quem tem a vida errante
No natal não tem tal calma
Quando o sino bate a noite
Recebe no ouvido um açoite
Que fere dentro da alma.
Eu que vivo assim sofrendo
Com o coração remoendo
Nas tristezas que vai e vem.
Com o pensamento errante
Procuro por Cristo distante
Indo parar em Belém.
RECORDAÇÃO DO NATAL
Em uma triste noite fria
Escuridão alucinante,
Parei fiquei em silêncio
Ouvindo o sino bater
Em uma capela distante.
O sino que repicava
Enviando no ar um sinal.
Fiquei triste neste momento
Veio-me logo na mente
Recordações do natal.
Sozinho onde eu estava
Bem longe dos entes queridos
Nesta hora eu me encontrava
Solitário neste mundo
Todos já tinham partido.
Estas poesias foram extraídas do livro Crônicas Indagações e Teorias, autor Paulo Luiz Mendonça. Editora Scortecci.
oi estava procurando um lamenia para comer e na pesquisa encontrei o de vcs , bom gostaria de saber os horarios de funcionamento ,eu sou de sorocaba para nao perder a viagem e nao ficar sem comer o lamem de vcs..
agradeço desde ja, espero estar ai saboreando o lemem de seu lamenia abraço… Tokio iaemori.